Fevereiro chegou, matamos a saudade de umas, de outras, da festa, do descanso.
De novo, percebo, paciência e respeito são as minhas palavras de ordem, porque o meu espaço foi inúmeras vezes desrespeitado, e me deixei levar pela impaciência (algumas vezes).
Me diverti, ri, cantei, e voltei. Não tão rápido assim.
Vôo cancelado: muita, muita dor de cabeça. Desfizeram todo o meu relaxamento.
De volta ao mundo, uma chuva de problemas sobre minha cabeça. Família, família...
Carente, amando, reticente, certa, errada... e chorando, no final. Por que tem que ser assim?
"Mas eu sei que alguma coisa aconteceu
Está tudo assim tão diferente...
Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar
Que tudo era pra sempre, sem saber, que o pra sempre
Sempre acaba...
Mas nada vai conseguir mudar o que ficou
Quando penso em alguém só penso em você
E aí, então, estamos bem..."
Não estamos? Ficaremos? Até quando?
O tempo é uma entidade ingrata, mal-criada, mimada e cruel.
Enquanto isso, trabalho pra viver e sobreviver ao redemoinho do mundo.
Se você gosta de mim, não me faça perguntas, me ofereça abraços. Por mais que eu esnobe, é disso que eu preciso. Nem sei onde estou, não sei pra onde vou, mas aqui e agora não estou feliz.



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