quinta-feira, 29 de março de 2007

na próxima encarnação, eu venho homem....

(Tenho tido mais vontade de fazer pequenos desabafos ou comentários do que escrever páginas inteiras, coesas e numeradas... e agora, José?)

Eu realmente aprendi a identificar a minha TPM. Só não consegui entender se isso é uma coisa boa ou ruim.

Página trezentos e quinze
Emails em cadeia

Eu às vezes me sinto mal pela forma como me relaciono com os emails. Eu adoro recebe-los. É meio neurótico, mas até a presença de spam dá um certo alívio, um sabor de que a caixa de emails está ativa. Mesmo assim, quase não escrevo, a não ser que realmente tenha algum comentário a fazer ou notícia pra dar. Por outro lado, quase sempre conto de tudo um pouco por aqui...

Recebo muitas coisas e muitas informações diariamente. Algumas, por opção, como as tirinhas do Garfield e as notícias do meu momento astrológico (por mais idiota que seja). De quando em quando os amigos dão notícia, e sempre tem novidade nos grupos de email do pessoal da dança de salão.

Muitas vezes também recebo as novidades sobre novos vírus circulando na rede, doenças estranhas e seus sintomas, métodos de ação de meliantes e bandidos em geral, além das infelicidades sobre pessoas desaparecidas e inúmeras gracinhas de orkut. E, claro, piadas que variam do ridículo ao extremamente divertido.

Por esses dias, recebi uma mensagem de uma menininha desaparecida no Rio, e outra de um jeito específico de câncer de mama. É estranho como eu não tenho a menor vontade de mandar pra todo mundo. Não que eu não acredite na mensagem. Às vezes duvido e às vezes creio. É só uma certa preguiça de continuar a cadeia mesmo. Sei lá.

Parei pra pensar nisso hoje. Eu sou egoísta com informações. Prefiro receber a encaminhar. Estranho, ainda mais vindo de uma professora. Mas pelo menos nos emails, o negócio é mesmo esse. Se você quer que uma cadeia seja amplamente difundida, eu aviso: não conte comigo. Mas se quiser só me contar, eu recebo o email de bom grado.

terça-feira, 27 de março de 2007

Para entender as mulheres

[nem que seja só um tiquinhozinho]

Sabe quando a gente diz que tal roupa "engorda" ou "emagrece" a gente?

Vejam bem, são blusas confeccionadas de forma idêntica, mas a segunda eu personalizei nesse final de semana... Vai negar que eu fui de baleia a golfinho com um pouquinho de arte?

Detalhe: ambas as fotos são do mesmo dia, mesma hora, porque eu peguei a camiseta da Bitela pra servir de "antes".

Pensamentos soltos, traduzidos em palavras... mesmo que nem eu entenda.

Eu não pretendo mudar o mundo. É muita pretensão até pro mais esnobe dos seres.

Mas não pretendo deixar que o mundo me mude. Não além do que me faça bem, me torne uma pessoa melhor.

Às vezes é muito difícil ser eu nesse mundo em que a gente vive. É difícil ser você também, eu acho. É difícil ser único e individual.

Mas ainda mais difícil é aceitar os julgamentos que a vida e as pessoas nos impõem. É difícil que escolham esse e aquele fato em detrimento de tantos outros. É difícil que o meu jeito íntegro, sincero e às vezes burro de ser seja comparado -ou pior, equiparado, ou ainda diminuído - ao de pessoas que passam por cima de outras sem nem saber direito pra quê. É difícil me sentir acusada, mais de uma vez, por coisas que tão claramente eu não faria nunca. E dói dentro da alma perceber que eu posso fazer julgamentos assim também, e deixar alguém tão triste e desiludido como eu estou agora.

É triste, mas é verdade. Esse mundo é muito estranho e viver é muito difícil. Mas ninguém disse que não seria assim.

segunda-feira, 26 de março de 2007

Texto inaugural

Sejam bem vindos ao volume dois do Histórias da Maria Bonita.

A mudança não foi plenamente planejada, e por isso ainda estamos em obras, de certa forma. Estou pegando todas as páginas do volume um e reencadernando pra trazer pra cá, formando um arquivo novo.

Aos poucos trarei os links e coisas de lá pra cá, mas por enquanto vocês precisam se acostumar com a casa nova, e vamos vivendo entre duas casas. Se quiser adicionar esse endereço aos seus favoritos, fique à vontade. Não devo escrever mais página alguma no volume um, afinal de contas seria dar muito nó na cabeça de todo mundo.

E não sei usar plenamente todas as ferramentas que esse servidor aqui oferece, mas devagar a gente chega.

Obrigada pelo carinho e fique por perto.