Há dias estava empolgada com o feriado. Trabalhar o sábado inteiro cansa sobremaneira. Finalmente, um sábado de descanso. Eu planejava até namorar no sábado - o que é uma coisa raríssima nos meus dias atuais.
Passei dois dias animada, e na sexta-feira disse a Deus e ao mundo "bom feriado para você", confiando naquela idéia de que Deus dá em dobro tudo aquilo que a gente deseja de coração ao nosso próximo.
Ô-quêi. Sexta eu tinha planos mil, acabei trocando tudo por boa comida e boa companhia, mas de brinde tomei chuva. Sem problemas.
Mais tarde, já em casa, fui picada por uma abelha enquanto fechava uma das janelas da minha casa. Sou alérgica a abelhas. Retiramos a abelha, o ferrão e possivelmente uma parte do veneno, e fui trabalhar - porque eu trabalho sexta até 21h.
Decidi que eu merecia um descanso e fui tomar um chopp com amigos depois do serviço. A mão já estava inchada e dolorida, mas a dor foi aumentando e começou uma dor aguda bem na axila - onde, mais tarde saberia, fica um gânglio linfático. Chegou um ponto em que doía tanto que resolvi ir embora antes que não conseguisse mais dirigir. Saí sem pagar a conta... Depois eu resolvo esse detalhe.
Cheguei em casa com voz chorosa e pedi ajuda à minha mãe, que fez tudo o que tinha em mãos: desde consultar minha tia e minha cunhada (dentista e enfermeira) até fuçar todos os medicamentos da casa e procurar coisas na internet - salve são Google. Foi então que ela ficou preocupada com a hipótese da minha reação alérgica chegar a um choque anafilático.
Como estava cansada, não tinha febre nem nada, era só dor, resolvemos que eu tentaria dormir, depois de tomar um analgésico e um anti-histamínico. E eu tentei. Por mais de uma hora eu tentei, em vão, dormir.
Pedi à minha mãe que me levasse ao pronto-socorro, onde fui rapidamente atendida - e dei graças à Deus por ter plano de saúde, porque quando o namorado precisou de atendimento, perdeu a paciência antes de conseguir. E se ele me namora, você já consegue visualizar o quanto ele é paciente.
No pronto-socorro, por volta de 2 da manhã, recebi 2 injeções intramusculares, 1 subcutânea e um medicamento intravenoso. Quatro agulhadas pra uma pessoa que nem olha pra agulha e chora de nervoso, de tanto pavor. Mas a mão começou a desinchar, a dor diminuiu e tudo correu bem.
Voltamos pra casa, eu dormi até bem tarde, e recebi a notícia que o namorado não poderia me ver à tarde, porque estava tudo atrasado e ele ainda tinha outro trabalho. Tudo bem, isso não era lá uma grande novidade. O problema foi me ligar somente às 22h - quando finalmente estava disponível - e acabamos decidindo ir cada um pra sua casa (eu estava na casa do meu irmão). Chorei muito de decepção, porque, como podem perceber, o meu feriado não foi nada parecido com o que eu tinha em mente.
Dormi, acordei, estou melhor, vi o namorado, a mão dói menos, tudo ok. Exceto pelo fato de que eu tinha um aniversário pra ir hoje e só me lembrei agora (são mais de 22h). Nem pude avisar que não ia mais. E isso é feio. Então, aniversariante da semana, minhas retratações públicas, espero que plenamente justificáveis.
... Antes não tivesse sido feriado.
domingo, 16 de novembro de 2008
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
o monstro - querido diário
Meu monstro interior encontrou as minhas coisas de corte e costura.
Planejar é muito legal, mas planejar roupa pra encaixar perfeitamente num corpo é legal ao quadrado.
Taí o aviso. Meu monstro encontrou todos os meus materiais de corte e costura. Salve-se quem puder.
Planejar é muito legal, mas planejar roupa pra encaixar perfeitamente num corpo é legal ao quadrado.
Taí o aviso. Meu monstro encontrou todos os meus materiais de corte e costura. Salve-se quem puder.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
criATIVIDADE
Existe um monstro criativo em mim que nunca fica satisfeito. É possível agradá-lo, mas nunca satisfazê-lo, por ser demasiadamente perfeccionista.
Esse monstro hiberna bastante, nesses tempos de trabalho demais, mas ultimamente eu tenho sentido uns balanços e uns cutucões dele.
Em breve, ele deve voltar como um vulcão - quente, lindo e possivelmente destruidor.
Aguardem. Em breve, criações, atividade e muita, muita reclamação.
Esse monstro hiberna bastante, nesses tempos de trabalho demais, mas ultimamente eu tenho sentido uns balanços e uns cutucões dele.
Em breve, ele deve voltar como um vulcão - quente, lindo e possivelmente destruidor.
Aguardem. Em breve, criações, atividade e muita, muita reclamação.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Registro
Início do fim, ou só o fim?
Jornal, aquele que se recebe em casa ou compra na banca, costumava ser um dos meios mais confiáveis de receber notícias diárias.
Vieram os jornalecos, esses de pouca informação por pouco dinheiro, com manchetes esquisitas e chamativas que nada têm a ver com a realidade, e eu já me assustei.
Agora me decepciono com a qualidade de produção do jornal que o meu pai assina. Um jornal assim, razoavelmente grande. Não o maior. Erros de ortografia, concordância e afins já eram encontrados facilmente, mas parecem menos perigosos.
Segunda-feira, uma manchete dizia "Chamada de 'Rodovia da Morte', BR-381 registra uma perda a cada quilômetro". Procurei o texto inteiro pra entender o que o autor quis dizer. "A cada 1,5 quilômetro da BR-381 morre uma pessoa vítima de acidente de trânsito". Eu precisava de uma noção de tempo pra saber se era ou não um absurdo em número de mortes. Se essa fosse a retrospectiva de uma década, talvez não fosse tão ruim. Se fosse de um ano, muito preocupante. Li e reli o texto. Ao fim, encontrei a resposta num infográfico, que dizia serem dados de 2005 a setembro de 2008, se não me falha a memória.
Se a notícia é ruim ou péssima, não consegui decidir. Só me assusta a exponencial queda na qualidade da comunicação. E se ninguém se expressa bem, ninguém se entende, o mundo é guerra, eis o fim...
Vieram os jornalecos, esses de pouca informação por pouco dinheiro, com manchetes esquisitas e chamativas que nada têm a ver com a realidade, e eu já me assustei.
Agora me decepciono com a qualidade de produção do jornal que o meu pai assina. Um jornal assim, razoavelmente grande. Não o maior. Erros de ortografia, concordância e afins já eram encontrados facilmente, mas parecem menos perigosos.
Segunda-feira, uma manchete dizia "Chamada de 'Rodovia da Morte', BR-381 registra uma perda a cada quilômetro". Procurei o texto inteiro pra entender o que o autor quis dizer. "A cada 1,5 quilômetro da BR-381 morre uma pessoa vítima de acidente de trânsito". Eu precisava de uma noção de tempo pra saber se era ou não um absurdo em número de mortes. Se essa fosse a retrospectiva de uma década, talvez não fosse tão ruim. Se fosse de um ano, muito preocupante. Li e reli o texto. Ao fim, encontrei a resposta num infográfico, que dizia serem dados de 2005 a setembro de 2008, se não me falha a memória.
Se a notícia é ruim ou péssima, não consegui decidir. Só me assusta a exponencial queda na qualidade da comunicação. E se ninguém se expressa bem, ninguém se entende, o mundo é guerra, eis o fim...
sábado, 1 de novembro de 2008
Museu dos Brinquedos
No meio de todos os compromissos, um ENC - encontro nacional chavônico.
O local escolhido? Museu dos Brinquedos.
O resultado: um sorriso largo e tranqüilo!
O local escolhido? Museu dos Brinquedos.
O resultado: um sorriso largo e tranqüilo!
Assinar:
Postagens (Atom)



