quarta-feira, 12 de março de 2008

Página trezentos e sessenta e um
Tão tudo que nada, ao fim

Mundo vasto
variado de indivíduos
Indubitavelmente iguais
Inarravelmente diferentes

Mundo vasto
Conhecimentos múltiplos
Poderes mágicos
Saberes eternos

Mundo vasto
Tudo o que sei e nunca esquecerei
Tudo o que esqueci por achar que sabia
Tudo o que saberei

E tantas vontades
E tantos caminhos
Tantas obras e objetivos

E tudo tanto
Amplo, imenso
Que me recolho ao nada, enfim.

Abraçar o tudo é abraçar em vão.

2 comentários:

Anônimo disse...

0�Quem tudo quer, nada tem!

Sabe q eu gosto qnd vc cria poesia??!!
Muito legaaaallll!!

Quem sou eu disse...

Já dizia o dedo mindinho do meu pé esquerdo! rs :p