Blogs afora, pessoas [entenda-se blogueiras amigas minhas] falam da admiração pela própria mãe, ou de conflitos da mãe dos outros com... bem, as outras.
E ontem foi mais um dia de debate com a minha mãe. Me faz bem sentir que já consigo manter o equilíbrio emocional e conduzir a discussão, mesmo que ainda aos trancos e barrancos. Me faz muito mal sempre perder o controle pela mesma questão, e não conseguir racionalizar essa questão, não importa qual seja o motivo da discussão.
Eu já tenho o presente dela em mente. Comentei em voz alta ontem pela manhã, com o namorado. Já não sei se no dia dela, daqui a bons 20 dias, ela ainda vai estar magoada / com raiva / seja lá o que for que ela sente.
Chorei menos também. Acho que realmente eu amadureci, de uns anos pra cá. E acho que ontem ela vislumbrou isso, mesmo sem aceitar.
... "E vendo a Sandra ter que fingir que é alguém que ela não é 100% me deu pena. Pena da mãe dela, que vê uma coisa que não existe. Pena da Sandra que não pode ser quem ela realmente é. E pena da Sandra de novo porque é visível que existe um conflito e ela não consegue sair. Não tem apoio, porque quem deveria apoiar é quem, na verdade, aumenta o conflito. É triste. Eu queria que todo mundo pudesse ter os pais como eu tenho. Mas aí eu lembro que a cada um segundo suas obras e isso é bom, porque eu devo ser alguém especial pra merecer pais e irmãs especiais."
terça-feira, 22 de abril de 2008
segunda-feira, 14 de abril de 2008
segunda-feira, 7 de abril de 2008
A professora e o jaleco, parte 2
E o jaleco foi para o cesto de roupas, como toda sexta-feira.
Mas, nessa sexta-feira particular, problemas de ordem pessoal impediram a moça que o lava de vir à minha casa. Ela também não pôde vir no sábado.
O jaleco não foi sozinho pra máquina de lavar. (Por quê? Alguém pode me explicar?)
Então, em caso de emergência, vesti uma roupa decente e fui trabalhar. Sem o jaleco.
E passei o resto da manhã com alunos e alunas elogiando a minha calça. Que eu uso semana sim, semana não. Que eles já viram inúmeras vezes. Por baixo do jaleco.
Mas, nessa sexta-feira particular, problemas de ordem pessoal impediram a moça que o lava de vir à minha casa. Ela também não pôde vir no sábado.
O jaleco não foi sozinho pra máquina de lavar. (Por quê? Alguém pode me explicar?)
Então, em caso de emergência, vesti uma roupa decente e fui trabalhar. Sem o jaleco.
E passei o resto da manhã com alunos e alunas elogiando a minha calça. Que eu uso semana sim, semana não. Que eles já viram inúmeras vezes. Por baixo do jaleco.
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